Mostrar mensagens com a etiqueta Ana Deus. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ana Deus. Mostrar todas as mensagens
7.2.16
Imprensa Bruta/ Doutor Tristeza
Joana Gama | Seleção de músicas e de músicos | 05.2018:
Ana Deus e Nicolas Tricot - Mortal - ´BRUTA`
http://gerador.eu/mescla-da-semana-com-joana-gama/
Ana Deus e Nicolas Tricot - Mortal - ´BRUTA`
http://gerador.eu/mescla-da-semana-com-joana-gama/
13.6.12
Crítica de José Mário Silva
Esquinas e quedas
Prémio Nacional de Poesia
Autor: Nuno Moura
Editora: Mia Soave
N.º de páginas: 44
ISBN: 978-989-97215-1-7
Ano de publicação: 2012
Autor: Nuno Moura
Editora: Mia Soave
N.º de páginas: 44
ISBN: 978-989-97215-1-7
Ano de publicação: 2012
Nuno Moura é um dos elementos mais desalinhadamente activos da poesia portuguesa contemporânea. Ex-jogador de pólo aquático, ex-publicitário, tem sido um declamador todo-o-terreno de versos seus e de outros – a solo, em dupla (COPO, com Paulo Condessa) ou em grupo (Ventilan) –, além de responsável por projectos editoriais arriscados, sempre à margem dos circuitos estabelecidos. Depois da Mariposa Azual, fundou recentemente a Mia Soave – assumidamente uma «editora de vão de escada», que se estreou a publicar um livro de poemas de Alberto Pimenta (Reality Show ou a alegoria das cavernas, acompanhado por um CD com temas originais de Ana Deus e Alexandre Soares).
Agora, em Prémio Nacional de Poesia, igualmente com um disco de bónus (14 temas musicados por José Ferreira, a partir de textos antigos de Nuno Moura, ditos pelo próprio ou cantados por Beatriz Nunes, a nova voz do Madredeus), volta a prevalecer a dimensão oral desta escrita: «O que aqui se lê em silêncio foi escrito para ser lido ao vivo.» Performativa e surrealizante, a prosa poética de Nuno Moura é um mecanismo imparável de sabotagem e rebeldia, um exercício de liberdade livre em doses generosas.
«Entre o pensamento e a fala, dentro do dicionário completo de sons, dois amantes abraçam-se.» O resto é caos, espalhafato, provocação (farpas a rodos; tiro ao alvo a tudo o que mexe, de musas a críticos), uma energia que muitas vezes acende a página, mas outras vezes se dissipa, palavrosa, no abismo da escrita automática. É um poema «de esquinas e de quedas», sempre a fugir, desobediente, «rasando o canteiro cheio de terra e de folhas». Com ele, diz o poeta, «as miúdas vão voltar a gritar nos recitais». Esperemos que sim.
Agora, em Prémio Nacional de Poesia, igualmente com um disco de bónus (14 temas musicados por José Ferreira, a partir de textos antigos de Nuno Moura, ditos pelo próprio ou cantados por Beatriz Nunes, a nova voz do Madredeus), volta a prevalecer a dimensão oral desta escrita: «O que aqui se lê em silêncio foi escrito para ser lido ao vivo.» Performativa e surrealizante, a prosa poética de Nuno Moura é um mecanismo imparável de sabotagem e rebeldia, um exercício de liberdade livre em doses generosas.
«Entre o pensamento e a fala, dentro do dicionário completo de sons, dois amantes abraçam-se.» O resto é caos, espalhafato, provocação (farpas a rodos; tiro ao alvo a tudo o que mexe, de musas a críticos), uma energia que muitas vezes acende a página, mas outras vezes se dissipa, palavrosa, no abismo da escrita automática. É um poema «de esquinas e de quedas», sempre a fugir, desobediente, «rasando o canteiro cheio de terra e de folhas». Com ele, diz o poeta, «as miúdas vão voltar a gritar nos recitais». Esperemos que sim.
Avaliação: 7/10
[Texto publicado no suplemento Actual, do semanário Expresso]
17.6.11
Osso Vaidoso no Festival Silêncio
PIMENTA NA BOCA
OSSO VAIDOSO
JUNHO 17 22H00, CINEMA SÃO JORGE (SALA 2)
OSSO VAIDOSO: ANA DEUS E ALEXANDRE SOARES + PEDRO AUGUSTO (AKA GHUNA X)
“Pimenta na Boca” é o título do espectáculo que a dupla Osso Vaidoso criou para o Festival Silêncio. Na primeira parte, o poeta e performer italiano Sergio Garau apresenta "IO Game Over"
Construído a partir de poemas de Alberto Pimenta, Ana Deus e Alexandre Soares apresentam uma continuação de Degrau, o CD incluído no último livro de Alberto Pimenta Reality Show editado pela editora Mia Soave somando novos poemas e indo mais longe na procura da sua representação sónica.
«Cantados por Ana Deus, com música de Alexandre Soares e Pedro Augusto, os meus poemas ganham a luz duma sonoridade interpretativa lapidar; assim lhes é acrescentado o que lhes vem restituir o que era a mais antiga função da poesia: encantar pelo canto» é deste modo que o poeta Alberto Pimenta apresenta o projecto de Osso Vaidoso.
Na primeira parte, o performer e slamer italiano Sergio Garau que já partilhou o palco com Saul Williams apresenta 'IO Game Over', um espectáculo transdisciplinar em que a interacção entre ritmo, música, vídeo e texto torna explícita a flutuação de espaços identitários que marcam a arquitectura do mundo actual. Com texto e interpretação de Sergio Garau, música de El Mar e Ludwig Berger e vídeo de Angelo Saccu, Giuseppe Garau e El Mar.
Bilhete: 6€
Este texto foi todo gamado daqui
18.5.11
É já amanhã
Osso Vaidoso no Clube Ferroviário. Os livrinhos da Miasoave também por lá estarão.
Elogio da Pobreza by MiaSoave
11.4.11
28.3.11
Subscrever:
Mensagens (Atom)







